Tecnologia de inoculação de fungos para facilitar a nutrição das plantas é disponibilizada pela Aintec para transferência

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A Agência de Inovação Tecnológica da UEL (Aintec) inseriu mais uma tecnologia da Universidade em sua Vitrine Tecnológica. Trata-se de um processo de multiplicação de fungos que ajudam no crescimento da planta hospedeira em solos com baixa disponibilidade de nutrientes.

No Brasil, a produção de inoculantes micorrízicos é limitada em universidades e centros de pesquisa onde, normalmente, se utiliza a multiplicação de micorrízicos arbusculares (MA) em vasos com variados tipos de plantas hospedeiras. As gramíneas (capins, gramas ou relvas) são as mais usadas nesse processo e são plantadas em misturas como solo, areia, vermiculita, turfa, entre outros.

A solução desenvolvida na Universidade Estadual de Londrina consiste um processo de multiplicação de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) associados a raízes de cenoura transformadas in vitro, que possibilita a transferência de nutrientes do solo para a planta, especialmente fosfatos.  Este processo inovador permite a redução do tempo e o aumento da multiplicação de fungos.

De acordo com o Ministério da Agricultura, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio correspondeu a 23% do PIB brasileiro no ano passado, com cerca de R$ 1,1 trilhão. As atividades agrícolas representam 70% do valor produzido ao ano.

A tecnologia tem pedido de patente depositado e representa uma ótima oportunidade de transferência ou licenciamento para a área do agronegócio. Acesse o sumário por meio deste link: http://www.aintec.com.br/download/Micorriza.pdf

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