Professores de Universidades Públicas do Paraguai visitam a Aintec e prometem levar iniciativa ao país

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A Agência de Inovação Tecnológica da UEL (Aintec) recebeu a comitiva de professores da Associação das Universidades Públicas do Paraguai na última terça-feira (6). Quatro reitores do país latino tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura e os dados da Agência e da Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da UEL (Intuel) e prometeram difundir o trabalho realizado por elas em todas as universidades públicas do Paraguai.

“Eu vou entrar em contato com as universidades do meu país e formar equipes técnicas para conhecer a Aintec com mais profundidade e o trabalho que é exercido aqui. Com isso, pretendo analisar a possibilidade de implementar o mesmo em algumas instituições do Paraguai”, garante o professor Mariano Adolfo Pacher, reitor da Universidade Nacional de Canindeyú e presidente da Associação.

As outras universidades que foram representadas pelos seus reitores na comitiva foram as de Itapúa, Assunción e Concepción. A visita técnica, que aconteceu também em outras universidades do Paraná, teve como objetivo aproximar as instituições de ensino do estado com as do Paraguai.

Empreendedorismo nas universidades

Pacher destacou a importância de ter um órgão como a Aintec dentro de uma universidade pública: “muitas vezes, as universidades preparam os jovens para serem profissionais, mas não para eles entrarem no mercado de trabalho. Ter esses empreendimentos da Intuel dentro da instituição é muito necessário para os jovens terem uma inserção mais rápida no mercado”.

O papel da Aintec, de fazer com que os alunos enxerguem a possibilidade de serem empreendedores, formando as próprias empresas e aplicando o conhecimento adquirido na universidade também chamou a atenção do professor. “A universidade não deve ser apenas o caminho para um título profissional e para a capacitação em uma área específica. Ela deve agregar conhecimentos sobre empreendedorismo e formar profissionais que não pensem apenas em ser empregados, mas também patrões”, afirma.

Mariana Paschoal – assessoria de imprensa

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